quarta-feira, 22 de março de 2017

Com Londres, contra o terror


Sobre uma fotografia de Joseph Eid

Aqui a ferida é a música. A música visível, um olho em ferida, um olho negro em ferida visível como música. Ouço e, enquanto ouço com o meu corpo todo, sou indestrutível. A ginástica filosófica que exige uma autêntica posição de escuta. Limpar tudo. Isto não é um cachimbo. Isto é o ponto de interrogação que fumo pensativamente livre de pensamentos, tralha, entulho, notícias. O mundo a ruir, a casa em osso, mas eu fico no meu lugar, no meu lugar de mim, enquanto a minha cara se retira musicalmente tornando-se um espaço em branco.

terça-feira, 21 de março de 2017

Dança que fica


Magia (mesmo)

A magia como arte. Senhoras e senhores, Ricky Jay! 



Quando o vi, há anos, no filme de David Mamet, não sabia quem ele era, achei só que era um ator dos diabos. Depois li este artigo de Mark Singer, na New Yorker. E agora tenho de arranjar o livro, ver o documentário, maravilhar-me mais e mais com esta mistura tão feliz de sabedoria e graça.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Teatro Rex!


Tiranossauro Rex, de Alex Cassal, está em cena no TNDM II. É teatro que, disfarçado de comédia, faz uma bela arqueologia do futuro. O quê, ainda não viram?